

A canção foi lançada em 1990 como um dos singles mais controversos do pop rock australiano, provocando debates sobre a masturbação feminina nos países de língua inglesa.
A primeira frase do verso e do refrão foi escrita originalmente em um caderno de Billy Steinberg, antes de Christina Amphlett decidir transformá‑la em música.
No dia seguinte, Amphlett, Mark McEntee e os compositores americanos Tom Kelly e Billy Steinberg reuniram‑se para completar a letra, um processo incomum porque os dois compositores raramente colaboram com mais de uma pessoa.
A colaboração entre a banda e os compositores norte‑americanos trouxe um tom de pop rock internacional, refletindo a tendência dos anos 80 de fusão de estilos entre Austrália e EUA.
Embora a música tenha gerado controvérsia, também consolidou The Divinyls como uma referência de empoderamento feminino na música pop, destacando temas que eram pouco explorados na época.
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